Musa dos que se jogam nesta vida, a cantora Amy Winehouse está em estúdio gravando uma canção que, dizem as boas línguas, será tema do próximo filme de James Bond, “Quantum Of Solace” que estréia em novembro. A gravadora da moça não confirma nem desmente a notícia.
Nós torcemos para que seja. Porque Amy merece figurar linda e doida de pedra entre Tina Turner, Carly Simon, A-HA e Paul McCartney, alguns dos artistas que já gravaram singles especialmente para os filmes da série.
Em tempo: o produtor desta música nova é é Mick Ronson – o mesmo do multiplatinado “Back To Black”.
Um dry martini, mexido, mas não batido, por favor. E tim-tim.
Maçã é apple? Depende. Júpiter escolhe a vontade e, no novíssimo “Uma tarde na Fruteira” (Monstro Discos) volta a ser Maçã. E a exibir cabelos loiros descoloridos e idéias psicodélicas. Ícone máximo do underground porto-alegrense e quiçá, quiçá, quiçá, brasileiro, ele volta, com este novo trabalho, a tocar em i-pods e afins as suas músicas clássicas, como “A Marchinha Psicótica De Dr. Soup”
O cd mistura jazz, baladas domingueiras (ah?), canções mod sessentinhas, timbres eletrônicos e as doideiras sonoras há muito aguardadas. Fora que, o encarte é um espetáculo. Compra agora e escuta. Cuidado para não seguir dançando enquanto a terra treme.
Até o dia 27 de abril o pavilhão da Bienal abriga o acervo de 67 galerias de arte moderna e contemporânea. Entre uma beleza e outra, é bom demorar seus passos nos corredores e engatar um papo com os outros visitantes, colecionadores, críticos, diretores de museus, artistas e o povo interessante que tem circulado o tempo todo por lá. Quem sabe você ganha novos olhos. Ou empresta o seu para alguém.
Onde? Pavilhão da Bienal , Parque do Ibirarapuera – Rua Pedro Alvares Cabral s/n portão 3
Quanto? 20 pilas. Com meia para estudantes e idosos.
De quem é esta imagem? Do Fotógrafo Angelo Pastorello e está exposta no estande da Galeria Babel
Mutantes Depois é o título do primeiro single do álbum de inéditas que vai marcar a nova fase da banda. Sem titia Rita como todo mundo sabe muy bien. Mas com parceria de Tom Zé.
No hot site www.igmusica.com.br/mutantes dá para fazer download gratuito da música, ouvir a rádio Mutantes (com músicas da banda), ler entrevistas exclusivas, bisbilhotar imagens e tal e coisa. Só não dá para mandar perguntas. Pena, né?
Depois de quase 50 anos de domínio chinês, os tibetanos estão berrando por mudanças. Enquanto a violência se espalha pelo país, o governo chinês pensa em abrir para o diálogo ou aumentar a repressão. Você leu bem. Existe sim a possibilidade da coisa ficar pior. O que você pode fazer? Muito. Pra começar, entre no http://www.avaaz.org/po/tibet_end_the_violence e assine a petição onde pessoas do mundo todo apoiam – e exigem – a abertura do diálogo.
Depois, peça para amigos, conhecidos e vizinhos fazerem o mesmo.
Se o presidente Hu Jintao vai dar ouvidos não sabemos. Mas que ele vai ficar bem assustado ao imaginar que o mundo pode começar um boicote aos produtos "Made in china" ahhh, isso vai.
No MAM está rolando a exposição "Quando Vidas se Tornam Forma: Diálogos com o Futuro / Brasil-Japão". A expo, com curadoria de Yuko Hasegawa, do museu de arte contemporânea de Tokio, é mais um evento em comemoração ao centenário da chegada dos orientais no Brasil e mistura moda, arquitetura, música, design e, claro, arte. São 18 convidados japoneses e 21 brasileiros (que vão de Jum Nakao a Helio Oiticica). Vai lá e nos conta o que você achou.
O que? Quando Vidas se Tornam Forma: Diálogo com o Futuro - Brasil-Japão.
Onde? MAM. Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n.º, portão 3 Parque do Ibirapuera, tel. (11) 5085-1300.
Quando? 3.ª a dom., 10h - 18h. Até 22/6.
Quanto? R$ 5,50 (dom. grátis).
E a revista? As pessoas nos enviam sinais de fumaça e telefones e e-mails e gritam de dentro do carro. Aviso aos navegantes: A REVISTA VAI PARA BANCA EM BREVE. Logo. Loguinho. Guenta ai. Por hora te dizemos que a revista tá foda. Com:
- Páginas e páginas a mais;
- Projeto editorial inspiradíssimo no projeto original. Lembra?
- Sociedade Criativa;
- Arte, arte, arte;
- Apoio ao surto psicótico como obra de arte amorosa;
- Colunas fixas de política, cinema, música, moda;
- Textos envoltos em sangrias temporárias;
- Ativismo sem panfletagem;
- Música;
- Imagens contra a maré do cubo branco;
- Um certo gosto agridoce;
- E mais a gente não conta. Porque senão perde a graça, né?
Espaço aberto a pessoas com idéias originais e atitudes construtivas.
Agradecemos colaborações, mas não nos responsabilizamos por materiais não solicitados.